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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

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Festas e procissões em homenagem ao padroeiro do Rio interditam vias nas zonas Norte, Oeste e no Centro

PORTAL ZERO 21
Por PORTAL ZERO 21
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Festas e procissões em homenagem ao padroeiro do Rio interditam vias nas zonas Norte, Oeste e no Centro
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A imagem peregrina de São Sebastião visitou o Centro Administrativo São Sebastião (Cass), na Cidade Nova, nesta quinta-feira (16/01). O prefeito do Rio, Eduardo Paes, recebeu o padroeiro da cidade das mãos do cardeal e arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta. Em seguida, foi realizada uma cerimônia que integra a programação da Trezena, tradicional celebração que antecede as comemorações de 20 de janeiro.

– São Sebastião representa muito para a nossa cidade, para o espírito que os cariocas têm: a luta, o espírito guerreiro, a disposição e a resiliência para enfrentar as dificuldades – declarou o prefeito Eduardo Paes, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere e de secretários.

– É uma alegria poder, nessa trezena, receber a imagem de São Sebastião. As bênçãos de São Sebastião são fundamentais para que a gente possa seguir andando firme. Viva São Sebastião! – enfatizou Eduardo Paes.

Durante celebração assistida por servidores municipais, Dom Orani Tempesta escolheu a palavra “esperança” como a chave para a trezena de 2025, refletindo seu otimismo para o ano que se inicia.

– Amamos esta cidade onde moramos, vivemos e nascemos. Queremos ver nosso povo cada vez mais feliz e cheio de esperança. E que, assim como São Sebastião, todos nós sejamos peregrinos da esperança nesta cidade – destacou Dom Orani.

Quem foi São Sebastião?

São Sebastião foi um soldado cristão, nascido em Milão, na Itália, por volta do século III, embora haja versões de que tenha nascido em Narbonne, na França.

Nas fileiras romanas, São Sebastião chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo.

Denunciado por isso, foi condenado à morte. Amarrado a um tronco, foi atingido por flechas, mas se salvou.

Recuperado, demonstrou coragem e se apresentou novamente ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos e o acusando de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte, em 20 de janeiro de 288.

FONTE/CRÉDITOS: CET RIO
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